Durante o verão, não descuide da alimentação

Publicado em Nutrição  por: NAS
30/12/11

Após as festas de fim de ano, é comum pensarmos em atitudes para colocar o corpo em ordem e a saúde em dia. Durante o verão, as altas temperaturas, a exposição ao sol e a transpiração excessiva exigem cuidados redobrados na alimentação.

A hidratação adequada é essencial para a manutenção das funções normais do organismo. Tenha sempre na geladeira água, chás, sucos naturais e água de coco para consumir ao longo do dia. Evite refrigerantes e sucos em pó, devido ao alto teor de açúcares e conservantes. Bebidas isotônicas podem ser consumidas no caso de transpiração excessiva, como após a prática de exercícios físicos, atividades intensas ou exposição prolongada a altas temperaturas. Ao sair de casa, tenha o hábito de levar uma garrafinha com água no carro ou na bolsa, para garantir a hidratação enquanto estiver fora. Já as bebidas alcoólicas ativam o sistema de diurese, favorecendo a perda de líquidos pela urina, e ao invés de hidratar, podem causar desidratação.

Sorvetes de massa e outras sobremesas geladas, como mousses e pudins, são refrescantes e ajudam a aliviar o calor, mas são bastantes calóricas devido ao alto teor de açúcar e gorduras, portanto consuma-as com moderação. Picolés de fruta, sorbets e gelatina com frutas são opções doces mais saudáveis para consumir nesta estação, e ainda ajudam a hidratar.

Para manter o bronzeado, os alimentos ricos em beta-caroteno não podem faltar na despensa. Comece o dia com mamão no café da manhã, inclua a abóbora no cardápio do almoço e faça uma salada com cenoura no jantar para completar. Beterraba, manga, pitanga, pêssego e goiaba vermelha também são boas fontes de beta-caroteno e podem fazer parte da alimentação para a saúde da pele.

Aproveite o verão para fazer refeições leves, hidratar-se e praticar exercícios ao livre. Comece bem o ano cuidando da saúde do corpo e da mente!

Referências:
- Núcleo de Atenção à Saúde – Fesp

Lia Kanae Okita Buschinelli
Nutricionista especialista em oncologia do Instituto Paulista de Cancerologia

Qualidade de vida e Estresse

Publicado em Nutrição  por: NAS
12/12/11

A palavra estresse tornou-se parte do cotidiano na atualidade, sendo comumente usada nas mais diversas situações. Utilizada pela medicina desde a primeira metade do século XX, tal nomenclatura foi tomada emprestada da física, onde designa a tensão e o desgaste a que estão expostos os materiais.

Pode-se conceituar o estresse como uma combinação de reações fisiológicas, comportamentais e psicológicas, que as pessoas apresentam em resposta aos eventos que ameaçam ou desafiam. Caracteriza-se por ser um processo dinâmico e pode ser dividido em três fases:

* Fase de alerta – é a fase inicial, na qual o corpo reconhece os sintomas e se mobiliza para o impulso de lutar ou fugir de uma determinada situação;

* Fase de resistência – caso o agente estressor mantenha sua ação, o corpo entra em um processo de resistência aos sintomas da fase anterior na tentativa de que o corpo retome o estado de equilíbrio;

* Fase de exaustão – essa fase ocorre somente se o estresse permanecer por mais tempo que o corpo é capaz de resistir, levando a um colapso dos mecanismos de adaptação.

Este processo interfere diretamente na qualidade de vida das pessoas. Ao não perceber seus limites, o indivíduo pode iniciar um quadro emocional que pode prejudicar seus relacionamentos, pessoais e profissionais, muitas vezes sem ter consciência disso. As alterações fisiológicas próprias a esse processo podem levar a uma diminuição das defesas imunológicas e até desencadear doenças crônicas, como patologias cardíacas e vasculares. Problemas como insônia, dores no corpo, dor de cabeça, problemas estomacais, irregularidade menstrual, ansiedade e depressão são alguns dos sintomas mais freqüentes.

Finalmente, vale repetir que cada pessoa responde às situações de formas diferentes: o que pode representar um grande problema para uns, pode ser gerenciado com tranqüilidade por outros. O processo de estresse se inicia em cada um considerando suas vivências, resistências corporais e outras características individuais.  Por isso a importância de manter os hábitos de vida mais saudáveis: prática de atividades físicas adaquadas ao seu biotipo, adotar uma alimentação equilibrada, manter vínculos afetivos satisfatórios e evitar vícios como tabagismo e o alcoolismo, dentre outros, podem ser aliados fundamentais para melhorar a qualidade de vida. Não podemos esquecer que momentos de descontração e desfrutar de atividades culturais também são importantissimos para um melhor viver.  Desta forma, cada um pode procurar sua própria qualidade de vida e assim estar mais preparado e confiante para lidar com novas situações e também reduzir as chances deste processo se apresentar e se encaminhar para um quadro mais nocivo à saúde biopsicossocial.

Referência bibliográfica

DELBONI, T. H. Vencendo o Stress. São Paulço: Makron Books, 1997.

Laura Nunes Mazzini

Psicóloga Clínica formada pela USP, Orientação psicanalítica e Especialista em Psicossomática.
Experiência em equipe de Saúde Mental e em acompanhamento de pacientes com câncer e seus familiares.

2 comentários para 'Qualidade de vida e Estresse'

  1. luana Diz:

    bom dia - gostaria de saber alguma forma de engordar com saude, ja tentei de tudo mais nao consigo engordar…
    obrigada

  2. Equipe NAS Diz:

    Olá Luana,

    É muito importante que você seja acompanhada por uma profissional nutricionista, mesmo porque para que você consiga ganhar peso depende das atividades que você realiza diariamente, se pratica atividade física ou não, por conta do gasto calórico. Agora algumas dicas como não pular as refeições, aumentar um pouco a quantidade dos alimentos consumidos, não consumir alimentos diet e nem adoçantes, são dicas simples que ajudam no seu objetivo.

    Um abraço,

    Equipe NAS

Prevenção do câncer de pele 365 dias por ano

Publicado em Promoção a Saúde  por: NAS
24/11/11

Proteção solar e autoexame são fundamentais para a prevenção e detecção precoce

Nesta época do ano, as pessoas começam a pensar no verão. Férias, sol e praia. Nada melhor para relaxar e curtir a vida. Está é a combinação perfeita do verão, época de descanso e também de cuidados redobrados com a pele. Neste período, as campanhas de prevenção do câncer de pele se intensificam e os veículos de comunicação tratam o tema com destaque. Mas é errado pensar que os cuidados com a pele nas outras estações do ano devem ser deixados de lado. A ação dos raios ultravioletas é praticamente a mesma. As nuvens mais densas do inverno filtram em torno de 10 a 15% da radiação. Por isso, a prevenção do câncer de pele deve ser feita 365 dias por ano, principalmente com a utilização diária de filtro solar com fator de proteção igual ou superior a 15’.

Existem dois tipos de câncer de pele: o melanoma e o não melanoma. O melanoma surge como uma pinta escura com bordas irregulares ou quando uma pinta já existente muda de características e pode estar acompanhada de coceira e descamação. O câncer de pele não melanoma é o mais frequente, tem origem na epiderme e apresenta altos índices de cura.

A maioria dos cânceres de pele se desenvolve devido à exposição excessiva ao sol e a consequente exposição à radiação ultravioleta (UVA e UVB). A prevenção mecânica (uso de chapéu, guarda-sol, óculos escuros, camisetas e evitar se expor ao sol entre 10h e 15h), a proteção solar e o autoexame são fundamentais.  O autoexame pode ser realizado em uma análise detalhada da pele em todo o corpo. Se a pessoa notar o surgimento de manchas e/ou sinais novos ou a mudança de manchas e/ou sinais existentes, deve procurar um médico. A prevenção deve começar na infância e continuar na adolescência e na fase adulta, pois o câncer de pele aos 30 ou 40 anos pode ser reflexo de hábitos do passado.

A avaliação clínica da pele é fundamental para prevenir o desenvolvimento da doença.

É preciso estar atento a alguns sinais, como:

• Um crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida;
• Uma pinta preta ou castanha que muda de cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho;
• Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Dr. Ricardo Antunes – cirurgião cancerologista  /  diretor do Instituto Paulista de Cancerologia e vice-presidente da Sociedade Brasileira de Cancerologia

Prevenção e cuidados com o Diabetes

Publicado em Promoção a Saúde  por: NAS
7/11/11

No dia 14 de Novembro é o Dia Mundial do Diabetes, a intenção é alertar a todos que estão envolvidos com o diabetes a controlá-lo, e aqueles que não têm a prevení-lo.

A prevenção basicamente consiste em manter hábitos de vida saudáveis, o que inclui a prática de atividades físicas e uma alimentação balanceada. E por falar em alimentação balanceada o portador de diabetes deve evitar açúcar, mel, carboidratos refinados (arroz e pães branco, batatas e massas) e outros alimentos que contenham açúcar, como doces, leite condensado, doce de leite, bolo, pudim, chocolates, entre outros. Devendo substituir o açúcar por adoçantes e pelos alimentos diet. Outro fator muito importante é o fracionamento das refeições, o ideal é que se realize 6 vezes por dia. E o consumo de frutas como maçã, pêra, laranja, mamão, melão, banana o ideal é que seja em pedaços e não em suco, pois aumenta a ingestão de fibras.

Fique de olho na glicemia, ele é o exame utilizado para acompanhar os níveis glicêmicos e saber se o seu Diabetes está controlado.

A não adesão ao tratamento ou seu tratamento incorreto faz com que o diabetes evolua para outros males crônicos como:

• Retinopatia diabética: Lesões na retina, podendo levar a cegueira;

• Nefropatia diabética: Deficiência de funcionamento renal;

• Neuropatia diabética: Os nervos perdem a função de emitir as mensagens ao cérebro, perdendo muitas vezes a sensibilidade;

• Vulnerabilidade à infecções: o sistema imunológico pode ser afetado pela alteração do metabolismo da glicose, aumentando o risco à infecções. E ainda dificuldade de cicatrização.

• Pé diabético: Devido à neuropatia diabética e má circulação sanguínea, os pés merecem uma atenção redobrada: mantenha os pés secos, limpos e macios, cuidado ao cortar as unhas (nunca corte os cantos), use somente meias de algodão, não ande descalço e evite usar sapatos abertos, observe sempre os seus pés (bolhas, cortes). Estes cuidados podem prevenir complicações, como ulceras e amputações.

Referencias

Núcleo de Atenção à Saúde – FESP
Sociedade Brasileira de Diabetes

Dia das Crianças : Cuidar sim, reprimir não!

Publicado em Nutrição, Promoção a Saúde  por: sandra.costa
24/10/11

Quando se pensa em filhos, a primeira figura que surge é a da mãe, a figura  paterna  aparece quase sempre relegado a um plano menor. Afinal quem gera é a mãe, quem amamenta é a mãe, quem cuida nos primeiros meses, quase sempre é a mãe.

As vezes, pejorativamente, se atribui ao homem um papel de coadjuvante, um mero doador de sémen, ou provedor dos aspectos materiais para a manutenção da família. Pior ainda é quando o próprio homem assume que este é o lugar que lhe é destinado na família, e se conforma.

Ao nascer o bebê passa do útero materno para um “útero social”. Este útero, o social, terá a função de preparar o bebê para vida em sociedade. Diferentemente de outros mamíferos, o bebê humano precisa de um cuidado intenso nos primeiros anos de vida e gradativamente vai adquirindo uma certa autonomia. Porém, é no primeiro ano de vida que as bases do desenvolvimento se estabelecem, principalmente no que diz respeito aos aspectos emocionais.

Neste cenário, no “útero social”, a presença da mãe é fundamental para cuidar dos aspectos biológicos, (alimentação, higiene, etc..) e emocionais, (afeto, carinho, confiança), porém, a figura paterna é de vital importância para o estabelecimento de uma estrutura psíquica sadia para bebê e para a família. É o pai, que ao retomar seu lugar de marido e companheiro,  introduz na dinâmica familiar as interdições necessárias.

O apaixonamento necessário da mãe pelo seu bebê precisa ser confrontado com o desejo do pai que, ao mesmo tempo que também ama e cuida do filho, precisa resgatar a sua esposa.

Assim quando ouvimos que na educação de uma criança a culpa é sempre da mãe, devemos desconfiar que por traz desta frase pode existir a ausência de um pai, ausência esta muitas vezes causada pela omissão, por deixar um lugar vazio. Ausência de uma função, a função paterna. Função esta que coloca um terceiro nesta dinâmica mãe/bebê, que irá introduzir novos elementos no vínculo mãe/filho.
 

Educar é papel de ambos os pais, porém algumas vezes, na tentativa de cuidar/educar, estes pais assumem um papel, ora de total complacência, ora de repressor; proibindo, recriminando, exigindo atitudes e comportamento, numa tentativa de normatizadora.

Ambas as posturas, de total permissividade ou de total interdição, não promovem desenvolvimento ou crescimento emocional e intelectual, visto que geram insegurança, na medida que impede a possibilidade da criança fazer suas próprias experimentações e aprender a partir de sua própria vivência.

Cuidar/educar, desta forma, implica em assumir lugares e papeis necessários,  facilitar ou interditar, de acordo com o momento  e a necessidade. (O que se aplica não só ao cuidado dos filhos ou família, mas sim para todas as relações humanas).

Autor: Dr. Amaury Tadeu Rufatto

MINI CURRÍCULO

*Psicólogo e Psicanalista
*Especialista em psicologia clinica, grupoterapeuta
*Membro efetivo e docente do NESME

*CRP 06/19919

Núcleo de Atenção à Saúde – Fesp

Dia Mundial do Coração

Publicado em Promoção a Saúde  por: sandra.costa
3/10/11
No dia 30 de Setembro é comemorado o “Dia Mundial do Coração”, e este artigo tem como foco alertá-los para as doenças que colocam em risco a saúde desse valioso órgão e, principalmente, ensinar a prevení-las.
No Brasil, aproximadamente 30% das mortes ocorrem por causa das doenças cardiovasculares. Dentre as mais freqüentes estão os Acidentes Vasculares Encefálicos (derrame), a hipertensão arterial (pressão alta), o ataque cardíaco, a aterosclerose, entre outras.
A maioria dessas doenças se desenvolve por conta de um estilo de vida inapropriado, como má alimentação, uso freqüente de bebidas alcoólicas, obesidade, sedentarismo e também pelo estresse do dia a dia. Outro ponto fundamental sobre a qual vale à pena refletir é sobre as nossas emoções.
10 DICAS PARA UM CORAÇÃO SAUDÁVEL
* Exercícios melhor pouco do que nenhum
* Uma dieta saudável poderá melhorar sua saúde
* Fique de olho no seu peso
* Tente parar de fumar   sabemos que é difícil, mas é muito importante!
* Tente evitar o estresse
* Consulte o seu médico
* Verifique a sua pressão arterial periodicamente
* Verifique a sua glicemia, para saber se você tem Diabetes
* Monitore seu nível de colesterol
* Se emocione, ame, lhe proporcione momentos alegres e de descontração
Lembre-se a melhor maneira de se manter saudável, é melhorando o seu estilo de vida!
Referência
Núcleo de Atenção à Saúde – Unimed Fesp
LUCCHESE, F. Desembarcando a hipertensão. Porto Alegre: L & PM, 2010.

Estresse

Publicado em Promoção a Saúde  por: sandra.costa
12/09/11

Dicas de Combate ao Estresse
No mundo todo, o estresse já se tornou uma realidade. É bem comum escutarmos uma pessoa dizer que está estressada, cheia de coisas para fazer e sem tempo para nada.

Vários são os motivos que podem causar o estresse como o excesso de trabalho, viagens, perdas, estudos, pressões, fracassos, sucesso. Sucesso? Isso mesmo! Pois até mesmo uma felicidade em excesso pode causar estresse.

Os especialistas asseguram que, em pequenas doses, o estresse não faz mal, mas funciona como um estímulo motivacional para os desafios que vivenciamos no cotidiano.
 

 Algumas dicas para relaxar… E fazer com que o estresse seja seu aliado!

• Adote uma alimentação saudável
• Durma as horas necessárias para se sentir descansado
• Pratique uma atividade física, no mínimo 30 minutos ao dia, poderá ser fracionada em duas vezes de 15 minutos.
• Respire com abdome profundamente
• Exponha-se à luz solar
• Escute música
• Valorize as amizades e celebrações
• È bom ter um animal de estimação
• Tire férias
• Use o tempo adequadamente, não tenha pressa
• Tente manter o senso de humor durante as situações difíceis (o riso alivia a tensão e reduz os níveis de hormônios relacionados ao estresse)
• Aceite suas próprias limitações
• Fique atento aos cuidados pessoais
 

Read the rest of this entry »

Disfunção Erétil

Publicado em Nutrição  por: sandra.costa
12/08/11

Popularmente conhecida como impotência sexual, está relacionada a incapacidade do homem em iniciar ou manter uma ereção satisfatória durante o ato sexual.

Suas causas podem estar associadas a diversas doenças, tais como alterações hormonais (diabetes, queda de testosterona, problemas endócrinos); doenças vasculares que causam entupimento das artérias e veias, prejudicando a chegada de sangue do pênis (Hipertensão Arterial e aterosclerose), neurogênicas (algum problema que afete a medula ou a inervação periférica do pênis) ou mesmo efeito colateral de medicamentos que podem promover além de disfunções eréteis, distúrbios da libido ou disfunções ejaculatórias.

Contudo, um grande percentual dos casos de disfunções eréteis é de origem psicológicas/emocionais, tais como ansiedade, depressão, cansaço, culpa, estresse, problemas conjugais e financeiros, ansiedade por desempenho, conflitos de identidade sexual, preferência e orientação sexual. Muitos dos casos, basta apenas tratar o problema psíquico para que a vida sexual retorne a normalidade. Lembre-se, é importante cuidar da saúde mental já que suas manifestam-se como agravos físicos.

Existem também fatores de risco que podem influenciar nas disfunções eréteis, e controlá-los é a melhor maneira de prevenir este tipo de problema.
São eles:

Álcool e Drogas - em alta quantidade permite que os músculos entrem em processo interno de relaxamento. As drogas, tais como Maconha, Crack, Cocaína, etc., acarretam redução da parte circulatória da região peniana.
Fumo e Obesidade - O consumo de gordura excessiva e fumo pode propiciar a obstrução das artérias penianas, além da sobrecarga vascular, além dos problemas de saúde relacionados a obesidade e a problemas sexuais, além de propiciar grande impacto  psicológico de auto-estima e depressão.

A disfunção erétil tem cura, o primeiro passo é o diagnóstico correto, podendo ser feito por exame clínico e/ou específicos. Vários recursos podem ser utilizados para o seu tratamento, dentre eles a psicoterapia, a reposição hormonal após os 45 anos de idade, próteses, cremes, entre outros. A escolha do tipo de tratamento depende de suas causas e do estilo de vida do indivíduo.

Ao apresentar os primeiros sintomas procure ajuda de um profissional médico, de preferência de um Urologista, pois ele saberá diagnosticar e conduzir o tratamento da maneira mais apropriada.

O homem atento com a sua saúde, física e mental, e que possua hábitos de vida saudável, terá mais chances de manter uma boa saúde sexual.  Por isso mantenha uma alimentação mais saudável, faça alguma atividade física, evite fumar, usar drogas ilícitas, não abusar do uso do álcool, controlar a diabetes, a pressão alta, somente utilize os medicamentos prescritos pelo profissional médico.

Referências:

- Núcleo de Atenção à Saúde – Fesp
- Sociedade Brasileira de Urologia
- Ministério da Saúde.

2 comentários para 'Disfunção Erétil'

  1. FRANCISCO DAS CHAGAS ALVES GOMES Diz:

    Bom meu nome e FRANCISCO,tenho 30 anos e mais ou menos ha dois anos tenho tido problemas de erecao.Sou casado ha cinco anos e essa sintuacao cada vez cada vez mais ime preocupa muito.Meus sintomas sao os seguintes tenho dificuldades de iniciar a erecao e mais dificuldades ainda de manter a erecao.Eu tento de todas as formas ficar calmo, mais nao adiante, minha esposa e compreensiva mais isso me incomoda muito, sinto que estou perdendo meu casamento.Nao me manifestei ate hoje por medo e vergonha.mas to dessidido a me tratar e surpreender minha parceira.Minha Empresa tem convenio com voces e gostaria que voces me orientasse a qual profissional procurar.AGUARDO RESPOSTA

  2. Equipe NAS Diz:

    Caro Francisco,

    Foi muito importante a sua decisão em procurar tratamento, o médico especialista que você deverá agendar a consulta é com o Urologista.

    Tenho certeza que ao iniciar o tratamento você se sentirá melhor e como conseqüência irá refletir em seu relacionamento.

    Um Abraço,

Prevenção do Câncer de Próstata

Publicado em Promoção a Saúde  por: emoreira
1/08/11

Em comemoração ao mês do dia dos pais, no mês de Agosto este é o foco deste mês somente a respeito à saúde do homem. E para iniciarmos ressaltaremos a importância da prevenção do câncer de próstata.
A próstata refere-se a uma das glândulas anexas e fica localizada abaixo da bexiga e adiante do reto. Ela secreta substância alcalina que neutralizam a acidez da urina e ativa os espermatozóides.
A ocorrência de algum problema na próstata pode ser percebida por meio de alguns sintomas tais como:
• Diminuição do fluxo urinário e esforço para urinar;
• Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga;
• Necessidade freqüente de urinar, principalmente à noite;
• Jato urinário fraco;
• Dor ou queimação ao urinar, dor na coluna, nos quadris;
• Dificuldade de ter ereção;
• Nódulos inchados na virilha;
• Presença de sangue na urina pode significar problemas mais sérios, daí a necessidade de consultas médicas e exames preventivos anuais.
No entanto, segundo estudos realizados pelo INCA (Instituto Nacional do Câncer), o câncer da próstata em sua fase inicial tem uma evolução silenciosa. Muitos pacientes não apresentam nenhum sintoma ou, quando apresentam, são semelhantes ao crescimento benigno da próstata (dificuldade miccional, freqüência urinária aumentada durante o dia ou à noite). Outro fator muito importante a ser considerado é que no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma).
Desta forma, o homem deve usar de alguns meios para a prevenção do câncer da próstata. O primeiro deles é o reconhecimento da importância de se cuidar, devendo a partir dos 40 anos de idade procurar um especialista, no caso o urologista para então serem acompanhados. É a partir dos 40 anos que exames são realizados a fim de detectar possíveis problemas de saúde já mencionados, pois, sendo identificados logo no início são passíveis de serem resolvidos a tempo.

Os exames realizados são o de toque retal e/ou teste de PSA e quando se trata de aumento benigno da próstata, no início, em geral, assintomático, é indicado um acompanhamento da saúde do paciente. Com os exames regulares é possível detectar o início de processo maligno e desta forma a única maneira de prevenir-se da doença que pode vir a ser fatal.
Outras formas de prevenção estão relacionadas à realização de hábitos mais saudáveis, como a prática de exercícios físicos diários, o não consumo de fumo e álcool, bem como alimentação rica em fibras, frutas e vegetais, a devida redução do consumo de gordura (principalmente a animal), além de se manter o peso na medida certa.
Referências

Núcleo de Atenção à Saúde – Fesp
Instituto Nacional de Câncer (INCA)

Saiba tudo sobre os óleos vegetais

Publicado em Nutrição  por: emoreira
14/07/11

Incluir gorduras do bem na sua dieta é uma maneira saudável de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares. Entre os principais alimentos, os óleos vegetais são rica fonte de gorduras insaturadas, que auxiliam na redução dos níveis de colesterol, triglicérides e da pressão arterial.
Os óleos devem preferencialmente ser usados crus, em saladas. Não devem ser aquecidos até soltar fumaça, pois, neste caso, há formação de substâncias tóxicas, como a acroleína. São mais indicados os óleos prensados a frio e não refinados que mantêm o sabor, cor e nutrientes, devendo ser utilizados em saladas e pratos depois de prontos.
Vejam os benefícios que os óleos vegetais podem proporcionar:
• Azeite de oliva extra virgem: fonte de compostos fenólicos com alta atividade antioxidante. Pode ser utilizado em vários tipos diferentes de pratos, dando um toque especial e saboroso.
• Óleo de amendoim: de alto valor nutritivo, se destaca pela grande concentração de vitamina E. Excelente para pratos especiais e saladas.
• Óleo de canola: contém o equilíbrio ideal dos ácidos graxos essenciais ômegas 3 e 6. Possui também alta quantidade da gordura monoinsaturada ômega 9. Tem menos gordura saturada que qualquer óleo comestível comumente utilizado. Indicado para cozimento, para fazer molhos e sobremesas, pois apresenta alto ponto de fumaça.

• Óleo de coco: o ácido láurico compõe aproximadamente 50% da gordura do coco. Este óleo é fonte, também, de ácido caprílico. Tem ação antioxidante e é fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM). Substituto da manteiga, margarina e dos outros óleos nas receitas culinárias. Excelente quando misturado nas vitaminas, shakes, mingau de aveia, nas batatas e nos legumes cozidos, no arroz e nas massas.
• Óleo de gergelim: fonte de ômegas 3, 6, 9 e vitamina E, antioxidante que protege as células da ação dos radicais livres. Usado em saladas, pratos frios e massas.
• Óleo de girassol: fonte importante de ômega 6 e de vitamina E. Possui sabor leve e agradável, tendo ótima aplicação culinária, combinando com diversas receitas. Utilizado a frio, diretamente sobre os alimentos e em molhos para saladas ou ainda em cozimento rápido em baixas temperaturas.
• Óleo de linhaça: fonte de ômegas 3 e 6 na proporção ideal. Ótimo para saladas e pratos frios. Pode ser misturado na proporção de 2 de azeite para 1 de óleo de linhaça e usado para temperar saladas.
• Óleo de macadâmia: um dos óleos mais usados pelos chefes de cozinha devido ao seu delicioso sabor. Fonte de ômegas 7 e 9. Usado em diversas preparações, saladas e refogados.

 Óleo de soja: fonte de ômegas 6 e 3. Devemos preferir os prensados a frio. Usado largamente na culinária. Ótimo para saladas e pratos frios.
Faça dos óleos vegetais importantes aliados para a sua saúde!

 Fonte: Mundo Verde
 Núcleo de Atenção à Saúde - Fesp

2 comentários para 'Saiba tudo sobre os óleos vegetais'

  1. Aurora Fagundes Diz:

    Boa tarde,
    Gostaria de saber mais a respeito do óleo de coco. Dizem que ele é muito bom para o tratamento do colesterol, é verdade?

  2. Equipe NAS Diz:

    Cara, Aurora Fagundes

    O óleo de coco é uma gordura saturada e portanto não tem nenhuma relação com a redução do colesterol, pelo menos por enquanto não existe nenhum trabalho comprovando sua eficácia. Alguns nutricionistas têm indicado este produto para redução de peso, porém sem resultados comprovados.

    O ideal para reduzir o colesterol é investir em gorduras monoinsaturadas como azeite de oliva, óleo de canola e abacate e reduzir todas as fontes de gorduras saturadas como manteiga, leite integral, pele de frango, etc. O uso de fontes de ômega 3 como salmão, sardinha, atum, etc. além da linhaça são bastante úteis para melhorar o perfil lipídico.

    Agradecemos pela sua participação.
    Um forte abraço,

    Equipe NAS